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Nestas horas mortas, nem o vento sopra e até mesmo as folhas secas no chão íbrido perderam a sua dança inconstante.. apenas um silêncio nú e frio ilumina a pele que me veste.
Alexandra.
Um cantinho... um refúgio... um ponto de encontro de mim mesma! Voar no silêncio das palavras, dar-lhes cor, forma e aroma... pintar cada uma entre histórias e estórias. Segredos? Não os escreverei aqui... pois há segredos que nem Eu própria conto a mim mesma!